REGISTROS DE MOMENTOS NOSSOS


Sábado , 13 de Junho de 2009


MUDAMOS! Te convidamos!

A experiência deste blog foi ótima para nós dois.

Espero que para vocês também.

Por isso resolvemos levá-lo a um espaço onde os recursos e personalização nos pareceram maiores.

Por enquanto, estamos curtindo a fase de teste, onde alteramos as configurações- mesmo em detalhes pouco perceptíveis.

Venham:

 

 http://affectuparticula.blogs.sapo.pt

 

 

Escrito por Ivan da Luz às 21:13
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Domingo , 22 de Março de 2009


Recentemente fizemos mais um aniversário juntos. No início de nossa história eu escrevia tantas palavras muitos textos em homenagem à nossa relação. Até livro escrevi, imprimi, encadernei e a presenteei O tempo foi passando e os textos fora dominuindo em incidência. Não é porque falta inspiração. Não, definitivamente! É porque poucas são as palavras que ainda existem para serem ditas. estive relendo muitas coisas que escrevi tendo como assunto nosso relacionamento e tanto (re)descobri que continuam a exprimir o afeto que a Koly me inspira. Selecionei algumas frases, atualizando algumas vírgulas, apenas para que fossem melhor inseridas no contexto atual.

 

Para quem não aprova a idéia dessas variações de um mesmo tema, respondo que essa rotina de ter minha Pequena em meu coração continua sendo uma bênção. E falar disso, repetidamente, é expressar o que, também repetidamente, se processa no interior de meu coraçãozinho feliz por tê-la comigo.

 

Obs.: nossa ausência não se deve à crises entre nós dois. Fiquem despreocupados!

   

13Houve um tempo em que eu queria saber como retirar da cabeça o que não saía do coração. Hoje você considera meu coração uma morada. E não faz menção de sair. E eu a recebi, aqui dentro, antes mesmo de entendê-la. E hoje, há em mim, um pedacinho vital de você dentro de mim.

 O nosso abraço, continua sendo como escrevi um dia, traduzindo o momento em que ele acontece entre nós: o encontro entre duas almas em comunhão de sentimentos, que, em dado momento, podem se tocar. E durante esses encontros, as veia e artéria em meu coração continuam batizadas com seu nome e sobrenome. Nosso abraço ainda desata nós, serve de colo e ameniza as angústias, e desperta a lágrima da alegria acalmando o coração.

 O mundo onde habitamos somente você, Koly, e eu, é tão nosso, e, a cada dia foi se iluminando, se formando, árvores e flores crescendo enfeitando as vistas sob nossos olhares, o sol aquecendo os invernos ante as adversidades que nos chegavam, chuvas refrescando humores dissonantes, pássaros cantavam nossas canções e sempre lembravam o quanto ainda podia haver de poesia entre dois amantes.

 E nesse mundo que criamos, continuo querendo seu corpo como minha melhor rota, ser teu porto e teu descanso. E quanta falta, quanta falta, Pequena você faz quando temos de deixar este nosso mundo para voltar àquele que já habitávamos antes de nos encontrar. E durante esse tempo, ainda maior do que o que passamos em nosso mundo juntos, incontáveis de meus pensamentos têm seu nome. E para você? Ainda continua tendo a sensação de que sua cama de solteiro é enóóórme quando não estou aí?

 Em dados momentos, existe, entre nós um silêncio, onde há partilha de ternura e as palavras calam sem nos faltar, porém entendimento, pois é este silêncio, muitas vezes, a melhor maneira de falarmos por nós dois. Porque há paz no seu sorriso e no calor de suas mãos.

 Não há mais conflito do que eu posso com o que eu quero. Só ainda não posso tê-la como quero, pelo tempo que quero, te dizer bom dia todos os dias e boa noite todas as noites, olhando para você, sentindo seu cheiro e seu calor. Você é recíproca à idéia. A essa experiência dou o nome de bênção.

 Continuo seguro de cada palavra dita, de cada frase escrita, do sentimento em cada beijo e em cada abraço em cada sono. E a ironia continua quando, de tão seguro que estou de tudo isso, preciso mesmo de muitos abraços.

 Sei, Pequena, que nessa divina ópera onde todos os sons emitem a doçura do amor e juntos estão as lembranças e vontades de você, quando não estamos perto sinto saudades de ver brilharem as estrelas no céu de seus carinhos, e sei também que da saudade de dois lindos olhos, um lindo sorriso, calorosos e ternos braços e uma alma cativante se faz um mundo inteiro em minhas lembranças.

 Guardo abraços para você, pois que estes são os toques que supera algumas incertezas de um mundo, num sentimento que nem precisa ser explicado, em recíproca que nem precisa de público maior que eu e você! Estes abraços guardados se amontoam em meu coração. São seus. Somente!

 Ainda haverei de encontrar melhor maneira para agradecer tudo o que você traz para meu colo, quando nele se aconchega. Que jamais lhe faltem, Pequena, aquelas pequeninas grandes coisas que dão cor às faces de seu mundo, que ajudam a colorir, sobremaneira, o mundo onde temos habitado você e eu.

 Com você, cada minuto parece voar, e corre em silêncio com minhas vontades. A excitação, por vezes louca, por vezes calmas, mas sempre de contato entre corpos e almas, num deslumbrante e terno querer-ver-te-de-novo-e-sempre. O sôfrego e desejado esmagar de lábios sequiosos. Sim cada minuto voa, mesmo em silêncio, e os corações batem ligeiros, mas não descompassados, embora sejam perceptíveis as respirações ofegantes.

 Continuo a querer garimpar tesouros guardados nos terrenos de nossos sonhares, pelos caminhos de nosso mundo particular, mergulhados na doçura da (re)descobertas de nós mesmos).

 Em nosso mundo, quero, a cada dia, deitar teu corpo cansado do cotidiano, e ter um regaço enfeitado de girassóis para pousar tua cabeça e receber o teu cansaço e aliviar suas dores. E quando fechar os olhos, que diga, como uma prece, a doce frase de boa noite, para que eu, ao seu lado, possa então, ouvindo seu sono, adormecer em paz.

 Quero estar contigo sempre, com a ternura mansa da esperança de quem já amadureceu o bastante e aprende a esperar pelo tempo, mas com a ansiedade de quem espera alguém querido chegar depois de um hiato de tempo.

 Há uma parte de meu coração em que não sou mais dono, pois não tenho maios a capacidade de te negar, e tua presença tornou-se oferenda que não tenho intenção de perder, porque você é preciosa, jóia fulgurante.

   Quero brindar à vida e a esse tempo juntos- e a felicidade contida nele!
Quero brindar o verbo amar, que, se não me engano, você tem me ensinado a conjugar!

Escrito por Ivan da Luz às 19:47
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Sábado , 07 de Março de 2009


É por pouco tempos a nossa ausência!

Voltamos em poucos dias!

Escrito por Ivan da Luz às 19:09
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Sábado , 31 de Janeiro de 2009


MOMENTO RELEMBRADO N° 17 (POR KOLY- continuação de 26/11)

Me divertir com você é  

Rir das besteiras que você fala quando está com sono;

Fazer um cafuné em você

Perceber que você sorriu do outro lado do telefone quando eu digo:

Ivaaaaann...........           Te amo!

Assistir Avatar;

Nos apertarmos no sofá de sua irmã enquanto assistimos um filminho;

Falar da nossa vida futura, juntos;

Escolher o nome de nosso futuro cachorro;

Tentar te convencer a ter filhos comigo (a propósito, estou necessitando de apoio povo);

Você me dar horas de aulas de história, e depois dizer que falou demais;

Me esticar com você no sofá lá de casa;

Passar um tempo em família, seja com a sua ou com a minha;

Seus beijos na minha nuca;

Suas explicações ao me indicar um livro ou um CD;

Você tentando me convencer a gostar de determinada banda;

Seu suspense para me contar os presentes que prepara;

Seu divertimento quando fico indignada com seu “Bruuhhh”, quando pergunto o que você falou;

Seu “Oi, tudo bem?” quando falo “Oi??” como quem diz “não entendi!”

Você se gabando do quanto é mimado por sua mãe, e pela minha;

Falar bobagem no telefone, quando estamos sem assunto, só para demorarmos mais tempo ouvindo um ao outro;

Você falar e falar e falar no telefone e depois dizer que eu deveria estar dormindo;

Te receber, pela manhã, quando você chega do trabalho;

Te encontrar quando saio do meu trabalho;

Tomar um suco de açaí com tamarindo;

Sentar num banco à beira da praia, colocar sua cabeça no meu colo e conversar sobre a vida;

Passear de escuna;

Passar dias e dias e dias na sua companhia;

Mudarmos de idéia e decidirmos fazer algo que não estava nos nossos planos;

Olhar para você e dizer: Hoje eu não quero fazer nada!, e ver você concordar que podemos ficar só abraçadinhos o dia inteiro;

Conseguir argumentar algo com você e sair ganhando; (kkkk)

Ouvir você se defendo depois que as pessoas me perguntam como eu te aguento;

Te ouvir tentando convencer as pessoas de que eu não sou tão boazinha quanto pareço;

O Pedro Henrique discordar de você quando me chama de feia ou chata;

Brigar com você para que não me ligue do trabalho e saber que não te convenci;

Aproveitar as vantagens de se ter caixinhas de som sempre na mão, quando estamos juntos;

O jeito que você me olha quando visto alguma roupa que gosta;

Você tentando me segurar mais tempo na cama;

Acordar com seus beijos e abraços... 

Dentre tantas coisas meu querido, além de encantador é divertido estar com você.

Me divirto, sim, com o simples fato de viver essa relação com você. Afinal, um presente  tão bom é sempre gostoso e divertido! 

Aos que aqui sempre trazem seus olhos para passear, obrigada e desculpem pela demora a postar.  

A você, meu Querido, muito obrigada por tanto divertimento! 

Escrito por Ivan da Luz às 18:40
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Quinta-feira , 08 de Janeiro de 2009


MOMENTO RELEMBRADO N° 14 (NA REALIDADE, UM CONJUNTO DE MOMENTOS)

Três coisinhas:
1. A Koly folga nos fins de semana. Eu folgo de forma corrida : segunda e terça duas vezes seguidas, terça e quarta idem, e assim sucessivamente. Ou seja, folgo dois fins de semana a cada três meses.
2. Nossas cidades distam 70km uma da outra, de fronteira a fronteira. Levo pouco mais de duas horas para chegar na casa dela, pegando três conduções.
3. Por conta disso tudo, nos vemos duas noites por semana, ou dois dias quando folgo nos fins de semana. Nosso contato, diário, é por telefone.

Com tudo isso, explico nossa ausência do blog: do dia 20 ao dia 4, a koly esteve de férias. E, veio me dar de presente, sua presença, em minha cidade por estes dias.

19/12-  Ela chegou à noite. Ficamos na casa de minha irmã que tem um quarto vago. Num abraço quieto que atravessou a madrugada, descansei com uma criança cansada de tanto brincar o dia.

20/12- Acordei com o cheiro dela. Com o calor dela. Com o carinhosos bom dia dela. Passamos o dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. À noite, outro abraço quieto que atravessou a madrugada.

21/12- Acordei com o cheiro dela. Com o calor dela. Com o carinhoso "Bom Dia" dela. Passamos o dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. Melhor presente de aniversário que tive até hoje. À noite fui trabalhar

22/12- Cheguei às oito da manhã, para deitar na cama e receber o cheito dela. O calor dela. O carinhoso "Bom Dia" dela. Dormi assim e passamos o resto do dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. À noite fui trabalhar.

23/12- Cheguei às oito da manhã, para deitar na cama e receber o cheito dela. O calor dela. O carinhoso "Bom Dia" dela. Dormi assim e passamos o resto do dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. À noite ela voltou à São Paulo. Com a irmã, faria, no dia seguinte, a ceia para passar o Natal com a família. Eu fui trabalhar.

24/12- Nos falamos, pelo telefone, à noite, enquanto eu ia trabalhar.

25/12- Nos falamos por telefone à noite, enquanto eu estava a caminho do trabalho. Desejossos pelo dia seguinte em que eu nos reencontraríamos, para quatro dias de folga em meu trabalho.

26/12- Ela chegou perto do fim de tarde. Ficamos na casa de minha irmã que tem um quarto vago. À noite, fui trabalhar.

27/12- Cheguei às oito da manhã, para deitar na cama e receber o cheito dela. O calor dela. O carinhoso "Bom Dia" dela. Dormi assim e passamos o resto do dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. À noite, outro abraço quieto que atravessou a madrugada.

28/12- Acordei com o cheiro dela. Com o calor dela. Com o carinhosos bom dia dela. Passamos o dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. À noite, outro abraço quieto que atravessou a madrugada.

29/12- Acordei com o cheiro dela. Com o calor dela. Com o carinhosos bom dia dela. Passamos o dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. À noite, outro abraço quieto que atravessou a madrugada

30/12- Acordei com o cheiro dela. Com o calor dela. Com o carinhosos bom dia dela. Passamos o dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. À noite, outro abraço quieto que atravessou a madrugada.

31/12- Acordei com o cheiro dela. Com o calor dela. Com o carinhosos bom dia dela. Passamos o dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. À noite, fui trabalhar.

01/01- Cheguei às oito da manhã, para deitar na cama e receber o cheito dela. O calor dela. O carinhoso "Bom Dia" dela. Dormi assim e passamos o resto do dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. À noite, fui trabalhar.

02/01- Cheguei às oito da manhã, para deitar na cama e receber o cheito dela. O calor dela. O carinhoso "Bom Dia" dela. Dormi assim e passamos o resto do dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. À noite, fui trabalhar.

03/01- Cheguei às oito da manhã, para deitar na cama e receber o cheito dela. O calor dela. O carinhoso "Bom Dia" dela. Dormi assim e passamos o resto do dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. À noite, outro sempre bem vindo abraço quieto que atravessou a madrugada.

04/01- Acordei com o cheiro dela. Com o calor dela. Com o carinhosos bom dia dela. Passamos o dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. Voltei com ela à São Paulo. Revimos sua mãe, que ela estava com saudades. Dona Inês é uma senhora divertidíssima, uma graça de pessoa. E o coração é mesmo de mãe. À noite, outro abraço quieto que atravessou a madrugada.

05/01- Acordei com o cheiro dela. Com o calor dela. Com o carinhosos bom dia dela. Passamos o dia com os corações cheios de ternura, enquanto eu ia absorvendo aqueles momentos com seus sorrisos, com seus gestos, seus olhares e seus carinhos. Conversamos coisas sérias, coisas bobas, coisas particulares, e nos divertimos assim, entregues ao que nos faz sermos quem somos um para o outro: o sentimento verdadeiro que nasceu e se desenvolveu, e hoje nos protege e acolhe. Ela tinha de entrar às oito e meia no trabalho. Nos despedimos na estação e vim embora com o coração trtansbordando de lembranças lindas.

...

Esse é o gênero de lembranças que quis registrar. detalhes poderão render textos específicos no futuro. O repetitório também não é à toa, pois essas repetições, para mim, ainda foram tão poucas... Queria tantos mais...E ainda existem tantos caminhos e tantos dias por somar aos que já fizeram a nossa história , não é minha Pequena ... Ainda existem tantos sonhos . E na soma de todos os dias , o nosso afeto vence e , em meio aos percalços, somos felizes de estarmos um com o outro. Um sentimento difícil de explicar. Que só eu posso compreender em você. Que só você pode adivinhar em mim.

A todos vocês, um feliz ano novo. O meu começou feliz.

Meu outro blog tem um texto de ano novo, claro. WWW.ALGUMASPALAVRAS-IVAN.BLOGSPOT.COM.

Escrito por Ivan da Luz às 20:37
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Sexta-feira , 19 de Dezembro de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 13

 

 

Conversava com a Lara sobre vários assuntos, até que ela perguntou da Koly, e, em dado momento o seguinte assunto:

 Łara: Acho surpreendente seu amor por ela

Ivan: Acha?

Łara: Assim... Não é o amor, porque ele por si só já é surpreendente. É o que e como você demonstra! Os homens não têm o hábito de fazer isso, vergonha, sei lá...

Ivan: Bom... você pode perguntar a ela como se sente com isso, se quiser...

Łara: É .. perguntarei se tiver oportunidade

Ivan: Ela está on line... vou adicioná-la à nossa conversa.

 A Koly entra na conversa. Se cumprimentam. Eu faço a Koly saber quem a Łara é leitora e entusiasta freqüente do nosso blog.

Łara: Ô Koly, estava conversando com o Ivan e gostaria de saber como você se sente pelas tamanhas demonstrações de carinho, demonstrações públicas inclusive, etc. (rsrs),  pois geralmente, os homens não se comportam assim...

Koly: rsrsrs. O Ivan escreveu o primeiro texto; onde ele não deixava ali tão claro o que sentia, e o segundo já mais claro,  uns seis meses antes de começarmos a namorar. Aquilo foi uma surpresa muito grande, e eu ainda não acreditava que alguém sentiria algo assim por mim. Demonstrações públicas de amor, eu sempre pensei que era uma bobagem... rsrsrs .. Acho que nunca fui romântica! Mas com o Ivan, eu sempre encarei como alguns presentes, mimos; formas de ele se fazer presente no meu dia, já que ficamos cinco ou seis dias sem nos ver a cada semana.

Łara: Hum... Seis meses até começarem a namorar? Nossa!

Koly: Saber que ele mantém um sentimento tão bonito por mim, e querer dividir, contar isso de alguma forma, é bom demais! Não é por vaidade... (claro que qualquer mulher gostaria de ler textos assim daquele que ama)... mas é porque acredito que aquelas palavras são sinceras, porque há reciprocidade, e porque, pelo histórico do Ivan, isso é inédito na vida dele também!

Łara: E eu nunca vi homem nenhum fazer tudo isso! É realmente curioso .

Koly: Eu também não! Já perguntou a ele porque faz isso?

Łara: Boa... Ivan?

Ivan: A resposta, Lara talvez seja extensa. Mas, no último post, tem uma frase... uma declaração:

"Pela forma serena como se estabeleceu nosso envolvimento. Pela ausência de interferências externas que nos impelissem a ficarmos juntos. Pelas adversidades suficiente para impedir a aproximação da maioria dos casos de relacionamentos que conheço. Pela descrição com que tudo aconteceu. Pela força inevitável como você foi crescendo dentro de mim. Pela ausência de cobrança discriminatória com que sou tratado por você. Pela forma com que sinto querer você livre. Pela vontade sincera de querer que esteja comigo porque essa vontade grita em seu coração. Pela disposição que encontro em mim de te ver Pela saudade que se traduz em querer te abraçar, te ver sorrir, te ver olhar e não olhar teu corpo como um objeto. Por querer sinceramente que sempre se sinta respeitada e querida. Enfim, porque dentro de mim em relação a você, encontro disposições inéditas, e considerando o entendimento que hoje tenho sobre os sentimentos, sem ter vivido muitos deles; e considerando ainda que não tenho visões fantasiosas da vida, é que me sinto seguro em dizer que eu a amo. E se eu descobrir um dia que não é amor, espero não ficar triste, pois constatarei que existe algo mais forte de se sentir que isso que sinto. Por hora, entretanto, não me interesso em saber se existe sentimento maior, porque hoje o que sinto me basta não só por ser grande. Mas, por ser inédito em mim e me fazer tão bem."

 Estas palavras, que escrevi um dia, são atuais. Bem atuais. Esse trecho, Lara, resume tudo. Mas tem tantos outros detalhes... Como tudo começou, o momento que eu vivia na época, o momento que vivo hoje... Além disso,  uma maneira de me manter presente. E manter nela a idéia de que é querida e respeitada. Entende?

Łara: Não! Rsrsrsrs! O trecho eu entendi, mas, para você, demonstrar o sentimento é uma necessidade? Te faz bem?

Ivan: Claro. Buscar aprender a expressar sentimentos nos faz muito bem. Somos acostumados a não expor nossas "vulnerabilidades". Mas, às vezes, o que chamamos vulnerabilidades, na realidade é o que nos faz fortes. As outras, é o que tem de ser consideradas, para que não soframos mais. Ter um afeto bom é maravilhosos. Nos põe vivos. Expressá-los é distribuir essa vivacidade e compartilhar com aquele que é objeto de nosso afeto. Isso é partilha emocional, partilha de coração, é descobrir em si humanidade, e, admitir que é capaz de ter afeto, se gostar, de amar. Isso nos faz mais inteiros, nos faz autênticos e, principalmente, nos traz a dádiva de descobrir o quanto somos grandes- embora sejamos ainda muito pequenos.

 ...

A conversa continuou por poucos minutos mais porque cada um de nós tínhamos coisas a fazer. Esse trecho foi o que gravei, por considerar ter informações importantes, já que ouço indagações de outros, semelhantes à que a Lara me fez.

 

A Lara é uma moça, bem moça, que demostra ser bem inteligente se considerarmos sua idade. É uma das maiores entusiastas deste blog. De vez em quando, conversamos (em homenagem à ela, como já fiz com a Kall, publico outro texto com a Lara no meu outro blog) pelo msns, mas essa foi a primeira vez que ela fez isso com a Koly. Como nossos assuntos naquele dia me remetem a tantos momentos bonitos de lembrar, acho que valeu a pena colocar a conversa aqui, enquanto espero, pacientemente pela segunda parte do delicioso texto que minha Pequena escreve anteriormente.

Meu outro blog?blog?
WWW.ALGUMASPALAVRAS-IVAN.BLOGSPOT.COM.

O blog da Lara: http://lkolk.blogger.com.br

Beijo nos corações de todos.

Escrito por Ivan da Luz às 17:48
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Quarta-feira , 26 de Novembro de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 14 - POR KOLY

 

Me divertir com você é:

 

Ouvir uma boa música deitada nos seus braços,

Passar um dia inteiro passeando em São Vicente e Santos tendo você como companhia a me mostrar lugares lindos e contando um pouquinho de você,

Ir ao cinema e ver sua surpresa ao saber que gosto de filmes violentos,  

Você me fazer rir chamando um peixe bochechudo de “peixe-koly”,

Subir a Pedra Grande,

Ouvir sua gargalhada quando te chamei de compulsivo por conta do seu divertimento com o meu sorriso,

Deixar você com cara de bobo quando tomei minha decisão (bonitinho),

Passear na praia, a noite, conversar e conversar,

Ouvir você contando nossa história e se fazendo de vítima para os meus amigos,

Ir ao zoológico com um bando de pessoas desconhecidas e ficar ouvindo você me comparar com todo bicho gordo ou bochechudo que encontramos (não sei porque me divirto com isso, mas me divirto),

Ver você deixar minhas amigas encabuladas chamando-as de gostosas (ainda bem que eu não sou ciumenta),

Ler um livro engraçado com você,

Fazer um com você teste sobre nossa intimidade,

Almoçar com minha família e você, juntos,

Ver você provocar minha mãe fazendo ela de boba,

Ver você cair na risada com minha mãe fazendo meu pai de bobo,

Ver sua cara de nojo quando eu como arroz, feijão, bife e banana na sua frente,

Ouvir suas piadas “sem graça” no telefone só para ficar mais tempo falando com você, mesmo que o assunto já tenha acabado.

Ver você se divertindo quando estou faladeira,

Você me fazer rir quando brinca na nossa intimidade,

Passar uma tarde inteira deitada ao seu lado, num lençol estendido no gramado do Ibirapuera,  

Ver sua empolgação quando conta alguma coisa nova que descobriu do Mateus, ou alguma graça do Pedro Henrique,

Você discutindo com a Beatriz (minha sobrinha de 6 anos) sobre quem fala e quem come na mesa,

Você deixando a Alice (minha sobrinha de 7 anos) confusa com suas teorias mentirosas, ou tentando ensinar alguma coisa de verdade,

Passear com você e os pequenos,

Sessão pipoca na casa de sua irmã,

Fazer hora na rua, só passeando, e conversando,

Te ouvir falar horas e horas sobre histórias de bandas que gosta,

Te ouvir falar sobre sua infância e adolescência,

Te ver animado com algum projeto,

Planejar nosso futuro,

Tomar banho com você numa banheira bemmm gostosa,

Tomar sorvete com você,

E aconchegar nos seus braços, de peito nu e sentir sua pelo junto a minha,

Ler e escrever mensagens “picantes” de boa noite,

Ouvir sua voz por muito tempo, antes de eu dormir...

 

Continua...

          

 

 Sobre o quanto me divirto com você, para você!

 

 A todos que aqui passam, muito obrigada pelo carinho!

Escrito por Ivan da Luz às 17:46
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Sábado , 08 de Novembro de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 13

 

koly: Olá meu querido. Rebi um e-mail seu me passando um acesso para o blog... Posso aceitar??

Ivan: Aceite... É uma senha de acesso ao blog. Assim, todas as vezes que escrever lá, vai aparecer sua assinatura.

Ivan: Koly...

Koly: Entendi..

Ivan: Koly...

Koly: Oi!

Ivan: Saudade!

koly: Eu também meu querido... estou com muita saudade, e um tanto angustiada... ainda não sei bem porque! E estou correndo tanto aqui hoje que não consegui pensar nesse sentimento... tenho que tentar não misturar meus sentimentos com meu trabalho se não não consigo fazer nada!

Ivan: Mas, é impossível não me sentir carente de você. Saudade de te ver soirrir, uma das coisas mais belas que existe nesse mundo para eu assistir. Saudade de sua mão no meu rosto, na minha nuca que você, carinhosamente, deposita quando eu te beijo. Saudade de te ouvir falar, me chamando de cabeção, de ouvir você falar "é verdade", de ouvir você, ouvir você, ouvir você. Saudade de seu cheiro, o cheirinho de chocolate de seus cabelos. Do cheirinho de seu pescoço. Saudade do teu gosto. Mesmo que seja aquele salgadinho de suor.

koly: O que eu posso dizer?? Essa saudade fica aqui, dorme e acorda comigo! Percorre meu sonhos, meus pensamentos... Eu peço a Deus ajuda para desatar alguns de meus  nós e continuar tendo a certeza de que merecemos continuar essa historia...

Ivan: E eu quero ouvir mais vezes que sou seu porto, que sou seu encanto, que você está feliz. É bom ser motivo de sorrisos seus... Quero ver você abrir os olhos pelas manhãs e sorrir depois que me v er.

koly: Você é meu querido, meu Porto, meu sorriso.. você é!

Ivan: Há uma parte de mim que é feliz. E a "culpa" é sua, Koly. Mas, com você aprendi e aprendo tanta coisa. Descubro em mim uma mansuetude que eu nem sabia existir. E disposições em mim jamais encontrada.

koly: Gostaria de dormir nos seus braços hoje, como em todas as noites, mas o desejo hoje (nos últimos dias) tem sido maior... a saudade tem sido maior...

Ivan: Saudade de teu corpo, e de percorrer seus cantos como uma gota deslizante, desejoso de me alojar em teus sentidos, fazendo-o como se fosse meu, como uma dia você mesma disse que parecia ser, quando estava em meus braços ("daqui, não saio, ninguém me tira", foi o que disse). Koly... Teu corpo para mim é de uma dignidade de respeito tremenda. E, há saudade dele... Saudade de entrar neste cofre onde guarda seus orgasmos que esperam ser liberados juntos com os meus (esta última frase, consulteia Koly antes de publicar, posto que que não é frase que devo, em meu entender, pubiicá-la sem consenso). Saudade das estrelas que alcançamos num montante de emoções que nos deixam banhados em suor, braços colados e respiração relaxante, entrecortada.

koly: Muito obrigada, meu querido! Por essas palavras doces! Eu estava mesmo precisando ouvir (ler) de você que eu ainda te faço bem!!

Ivan: Fazer bem? Koly... Você é um bem. Um bem meu, tá? Ninguém toca, por favor. Um bem muito bom de ter e estar junto. Embora você seja um bem bom de ter, é preciso que você tome as rédeas e a iniciativa de alguimas resoluções, Pequena. Assim, talvez dê certo. Se vir de você, a princípio, talvez haja maiores de chances de você fixar os objetivos e as necessidades, já que, como quase sempre fui eu, não funcionou muito bem. Você está tendo muitas chances. E desperdiça algumas delas. Isso me deixa muito chateado.

koly:Eu sei que não está feliz com meus comportamentos e com as coisas que tenho deixado de fazer, trazendo dificuldades para nós dois. Isso me dói muito, e eu sei que a culpa é minha! Mas estou tentando, pensando atentamento, procurando idéias que possam me ajudar a superar seja lá qual for a dificuldade que diga  respeito ao nosso relacionamento... Eu quero muito e acredito na nossa felicidade juntos... Por isso acho que vamos ter uma forcinha divina com o esforço para promover as mudanças meu querido.

Ivan: Koly...

koly: Etou sentindo muito a sua falta. Não queria que nos víssemos dois dias ou duas noites por semana apenas.

Ivan: Koly...

koly: Oi!

Ivan: Pela forma serena como se estabeleceu nosso envolvimento. Pela ausência de interferências externas que nos impelissem a ficarmos juntos. Pelas aversidades suficiente para impeder a aproximação da maioria dos casos de relacionamentos que conheço. Pela descrição com que tudo aconteceu. Pela força inevitável como você foi crescendo dentro de mim. Pela ausência de cobrança discriminatória com que sou tratado por você. Pela forma com que sinto querer você livre. Pela vontade sincera de querer que esteja comigo porque essa vontade grita em seu coração. Pela disposição que encontro em mim de te ver Pela saudade que se traduz em querer te abraçar, te ver sorrir, te ver olhar e não olhar teu corpo como um objeto. Por querer sinceramente que sempre se sinta respeitada e querida. Enfim, porque dentro de mim em relação a você, encontro disposições inéditas, e considerando o entendimento que hoje tenho sobre os sentimentos, sem ter vivido muitos deles; e considerando ainda que não tenho visões fantasiosas da vida, é que me sinto seguro em dizer que eu a amo. E se eu descobrir um dia que não é amor, espero não ficar triste, pois constatarei que existe algo mais forte de se sentir que isso que sinto. Por hora, entretanto, não me interesso em saber se existe sentimento maior, porque hoje o que sinto me bastanão só por ser grande. Mas, por ser inédito em mim e me fazer tão bem. Estas palavras, que escrevi um dia, são atuais. Bem atuais...

koly: A recíproca é muito verdadeira

...

 

Ivan: Eu queria estar aí. Juro. Só para que tivéssemos aquele silêncio que tudo diz. Preciso ir! Foi bom vir aqui trocar umas palavras com você.

koly: Disponha! Rsrsrs!

ALGUNS duvidam que a Koly eu tenhamos problemas para, e outros que nossas conversas tenha a profundidade de nossos textos. Na realidade, houvem muitos momentos de profundidade. E são esses que tentamos descrever com as palavras. Porém, o que se escreve aqui é um traço, uma mínima representação do que ocorre nos momentos relembrados. Em outras palavras: se há beleza nas palavras dos textos, tenham a certeza que a beleza foi maior quando o momento relembrado ocorreu.

RESOLVI atender a pedidos, pois alguns gostariam de ver mais conversas registradas entre a Koly e eu. O problema é quase nunca lembro de salvar as conversas.

MINHA ausência do blog se deve a fatores externos e independentes de minha vontade.

Seria pedir muito que vocês, caros leitores, me prestigiem no meu outro blog?
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Beijo nos corações de todos.

Escrito por Ivan da Luz às 19:52
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Sexta-feira , 24 de Outubro de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 12 - POR KOLY

 

Em Janeiro soube, pela internet, que aconteceria o Show. Imediatamente pensei em convidá-lo a ir comigo, afinal gostávamos tanto daquelas canções.

Quando você entrou no msn aquele dia  perguntei se não gostaria de ir comigo ao show e a sua resposta não poderia ser melhor. Tratei de me informar sobre a venda dos ingressos e providenciá-los assim que foi possível. 

Não pensei que na noite do show selaríamos a nossa união já tão desejada por nós dois! Apenas queria sua companhia, pois que todas as músicas da banda me traziam a lembrança do seu rosto e do seu abraço.

Compromisso selado, nós iríamos ao show em abril.

Semanas depois daquela conversa nós nos encontramos para passar horas maravilhosas e inesquecíveis e que mudaram muito o rumo de nossas vidas.

Você me disse que, depois do convite achou que no show haveria O Beijo (Ver momento em 11/09/2008). O beijo aconteceu antes. Então, você pensou que aconteceria A União dos Corpos (Ver momento em 17/04/2008). Também, aconteceu antes. Bom, como eu disse, nós poderíamos repetir.

O Keane é a nossa trilha! Escolhemos assim porque não poderia ser diferente. Foi a primeira música que ouvimos juntos, e justo no momento que você chama de divisor de águas da nossa história. Então, minha ansiosa espera por aquele show não poderia ser diferente. E você foi muito gentil me dando o show como presente (junto com o CD!), mesmo o convite tendo partido de mim.

Nos encontramos no dia marcado!... E começou a Grande Noite!

O Show lindo! Você, ali, Lindo! Eu, nos seus braços, sem dispensar nenhum abraço! Envolvida naquela emoção toda, me passava pela cabeça as perguntas: Como chegamos aqui? Como o rapaz bonito e bravo que nada significava virou aquela pessoa especial, sem que tivéssemos nos dado conta, logo de início, do sentimento que nos envolvia? Eu não acreditava! E a felicidade de poder desfrutar tal momento com você era dantesca! Passaria o resto de minha vida naquela noite!

Ouvimos todas as músicas sem desgrudarmos, um dos braços do outro!

Mas em especial um abraço, uma música, um momento dentro daquele momento que ficou aqui guardado, como tantos outros presentes que essa relação me deu: Começaram a tocar A Bad Dream (eleita nossa música), você me abraçou, encostou seu rosto no meu, eu ouvia você cantar no meu ouvido, e aquilo, que já estava guardado em mim a certo tempo, resolveu se soltar espontaneamente quase num sussurro:

 Eu te amo, eu te amo!

Disse duas vezes para me certificar que você ouviria! Você ouviu, e retribuiu!!

... 

Também, tive vontade de relembrar aquela noite, e compartilhar aqui.

Desde fevereiro de 2007 até aqui vivemos coisas lindas, meu querido! E esse momento foi um dos mais encantadores! É difícil descrever a emoção que tomou conta de mim naquela noite, e aquele “eu te amo!” se repetiu muitas vezes desde então, mas sempre com a mesma intensidade e sinceridade, só não tiveram “A Bad Dream” de fundo.

Eu te amo, meu querido!

 

...

 Sou sempre grata ao carinho dos que aqui passam para compartilhar conosco os nosso inesquecíveis momentos!

 

 

Escrito por Ivan da Luz às 17:11
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Quinta-feira , 02 de Outubro de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 11

 

Todo casal ouve música junto. A Koly e eu, sempre que podemos também. A primeira vez que o fizemos foi o primeiro cd do Keane. Eu tinha comprado e me necantado com as melodias. Na época, fomos numa viagem de São Paulo a Guaratinguetá (um assunto para um outro Momento Relembrado, se você quiser, Koly, fica aí a sugestão) e tive a oportunidade de ir ao lado dela. Foi depois daquele fim de semana que eu percebi o que se passava aqui dentro e por isso, me abri com ela sobre o quanto eu estava encantado. Até então, sabíamos, em comum, que gostávamos muito dos Los Heramos.

Meses se passaram, nossos diálogos se intensificaram, e, embora não tenhamos nos visto pouco, nossas almas se encontraram inúmeras vezes vezes. Era impossível não lembrarmos um do outro quando ouvíamos as músicas da banda e, por isso, comprei o segundo disco. Certo dia ela me informou que a banda viria fazer um show no Brasil e demonstrou interesse de ir comigo. Ainda não havíamos começado o namoro, mas o clima era de que isso logo aconteceria. Por isso, achei que seria no dia do show que teríamos nosso primeiro beijo. Aconteceu antes. Daí, achei que seria nesta noite que teríamos nossa primeira fusão de corpos (leiam a descrição no momento nº 3). Errei de novo e quando comentei com você sobre minhas duas previsões furadas, seu comentário: "Úé! Podemos ter de novo!". E aí ela costuma brincar dizendo que aquela foi "nossa segunda primeira noite de amor".

Por conta de todo o indescritível encanto que você me provocava, e que era inédito para meu coração, resolvi lhe presentear com um kit Keane. Comprei os dois discos do grupo (ela não tinha nenhum) e paguei os ingressos do show. Para descrever aquela noite, me vali de três textinhos em verso que escrevi. Recentemente, ela destacou os textos como alguns dos preferidos dela (no momento nº 6 e texto seguinte eu falei sobre os inúmeros textos que escrevo para ela):

A bad Dream

Lembro da primeira vez em que ouvimos músicas juntos- o primeiro disco

Não por acaso, tornamos o Keane nossa trilha sonora

Lembro, inclusive, quando comprei o segundo disco da banda

e quando me convidou para irmos ao show

 

Adorei o convite

esperei pela possibilidade

e supus que nessa noite anunciada haveria um beijo.

O primeiro.

Que ocorreu antes, entretanto

 

Então, passei a supor que na noite anunciada haveria uma entrega,

a fusão dos corpos.

Também ocorreu antes

com beleza, naturalidade e serenidade por mim indizíveis

 

Assim mesmo, a noite anunciada foi especial.

De fato.

Nossa trilha ali, como queríamos!

E a cada música a lembrança de muitos momentos em que pensei em você, em nós

Cada música em um mesmo abraço

Às vezes dois, três

A noite, mais que perfeita, embalados por nossa trilha, prosseguia

 

O mundo onde habitamos você e eu somente

Se ilumina a cada dia

Nesta noite, além de luz, tinha música

Embalando nossa dança com alegria

e ninou a nós dois,

que um

nos braços do outro estávamos!

19 de abril- no dia seguinte ao show do Keane. Me lembro que foi você quem me disse sobre o show, dias antes do começo de nosso namoro, manifestando o interesse de ir comigo. Como seria no mês de minhas férias, fiquei contente com a possibilidade. Dias depois, iniciamos nosso namoro, de fato, e você providenciou a aquisição dos convites, bem como se inteirou do caminho para chegar lá. Esta noite, foi uma das mais especiais que tivemos juntos.

 

A bad dream II

Que fosse lindo o beijo

e assim eu quis

e você topou a idéia

 

Que houvesse trilha

e escolhi a canção

e você não se opôs

 

Que o abraço também fosse intenso

e os braços se enlaçaram

e meus pés pareciam planar

 

mesma data da anterior- Bad Dream é o título da música do Keane que mais gosto. Ela se tornou a música ponto alto de nossa trilha. Este singelo poeminha registra a lembrança ainda das primeiras horas de namoro. Em dado momento, naquele fim de madrugada, ouvíamos a música durante um longo beijo.

 

A bad dream III

 

Nem segurei a emoção

e quando te apertei forte

eu só queria colocar minha emoção dentro de você

para que sentisse um pouco

do que se passava

dentro de mim

dentro do meu coração

 

Mas o mundo onde habitamos somente você e eu é tão nosso

que mesmo em meio à multidão

ouvi um “Eu te amo” claramente

e quis que aquele abraço fosse para sempre

 

mesma data da anterior- lembrando do momento em que a banda tocou essa música no show. Aliás, um dos momentos mais inesquecíveis que guardarei no coração.

....................

A música é essa:

http://www.youtube.com/watch?v=bsn2oieYnJg&feature=related

 

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Escrito por Ivan da Luz às 17:57
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Quinta-feira , 11 de Setembro de 2008


MOMENTO RELEMBRADO 10 - POR KOLY 

 

 “Um beijo muda tudo!”

  Você me falou isso naquela noite sem saber que eu já sabia que “O Beijo” mudaria tudo.

  Passei meses me perguntando se estaria certo me envolver com você, diante de todos os obstáculos que eu tinha ou criei (internos), fora aqueles que seriam naturais se optássemos por ficarmos juntos... Eu sabia o que poderia mudar, só não imaginava que seria tão compensador quebrar as minhas barreiras e aprender a lidar com os obstáculos que viriam! Se imaginasse teria me rendido antes a tal sentimento.

  Passei muito tempo fazendo de minha vida uma festa, uma balada. Uma garota livre, sem compromissos. Sem querer me envolver inteiramente com ninguém (chegamos a conversar sobre isso, sobre a nossa dificuldade de nos relacionarmos de verdade com alguém), não tão de repente me vejo envolta num sentimento desconhecido que enquanto me parecia uma oportunidade encantadora virava, também, uma grande possibilidade de ser mais um grande erro. E eu ainda estava envolvida num relacionamento turbulento! Carente e confusa como eu poderia saber se aquele sentimento que eu estava descobrindo por você não era uma vontade de escapar, de me esconder novamente como em outros relacionamentos? Como eu poderia saber que não me arrependeria logo que tomasse a decisão de dizer sim àquilo que você nunca me pediu?

  E o meu orgulho?! Eu não poderia confessar que todo o meu discurso sobre não querer um relacionamento duradouro, verdadeiro tivesse sucumbido ao sentimento que nascia! Já havia me machucado há tão pouco tempo, quando “decidi” me apaixonar e não podia agora entrar de cabeça numa relação que parecia tão complicada!! Ah... Quantos medos!

  Eram essas, dentre outras, as dificuldades internas que me confundiam e não deixavam que eu reconhecesse em você o que poderia se tornar, e é, hoje, para mim.

  A proposta daquele dia era que você pudesse me dizer, pessoalmente, o que já havia declarado durante alguns meses de conversas antes que fosse para seu outro compromisso.

  Passamos horas lindas, num lugar lindo, ouvimos nossa trilha, e as palavras que você me dizia enquanto eu estava ali nos seus braços, sem querer sair por nada, me deram certeza do que você sentia, do que eu fui capaz de despertar em você e que eu queria isso para mim, só não sabia se merecia! Agora era criar coragem!

  Chegou à noite e a minha vontade era de me agarrar a você e pedir que ficasse mais um pouco (claro que não confessaria isso ali), mas você tinha um compromisso e eu tinha que te levar até lá, como combinado.

  Mas eu não resisti: “Você tem mesmo que ir hoje?” – perguntei, me aproveitando do que havia dito antes que o seu trabalho só seria na manhã seguinte. Me perguntou: “Porque? Você programou alguma coisa para esta noite?” É claro que eu não tinha programado nada, só queria que você estivesse por perto durante mais algum tempo. E você disse que ficaria!

  Naquela madrugada fria entre risadas, carinho, muitos abraços e olhares eu estava entregue e tinha a certeza que você cumpriria até o fim a promessa de não pedir nada. Àquela altura eu já entendia o que estava sentindo, só esperava que chegasse o momento em que eu pudesse confessar a você que também era de minha vontade ter você ao meu lado, de forma muito diferente dos meus relacionamentos anteriores. Então a iniciativa tinha que ser minha!

  Ah... O Beijo!

  Sim, meu querido, um beijo mudou tudo! Sim, eu já havia feito a minha escolha e ali estava te comunicando! Escolhi enfrentar meus medos, escolhi dar a minha cara à tapa para aqueles que fossem contra e para os julgamentos que fariam. Sim, escolhi enfrentar tudo ao seu lado, porque era você que eu queria e ali eu tinha certeza! Já não era uma dúvida, uma confusão! Fizemos daquela hora o nosso momento, e tem sido gratificante e compensador descobrir as coisas de que sou capaz e viver esse sentimento com você.

  Foi difícil! Muitos podem não entender o porque (não cabe aqui dar detalhes de todas as dificuldades). No entanto, me sinto abençoada por ter tido coragem.      

 

    Como sugerido, meu querido, escrevi um pouquinho sobre aquela noite! Você tem sido, desde aquele momento, um presente! Não me canso de dizer isso, ainda que se torne clichê! Você fez do meu coração morada, e me faz imensamente feliz por permitir que eu more no seu!

 

   Obrigada a todos que aqui passam pelo carinho que deixam! Me desculpem por não ser assim um exemplo de blogueira e não estar visitando os seus blogs! Vou tentar ser mais atenciosa, como têm sido conosco!

 

 

 

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Escrito por Ivan da Luz às 14:07
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Terça-feira , 02 de Setembro de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 9 (continuação do Momento nº 1)

Era começo de manhã quando eu a deixei para seguir com o meu segundo compromisso que tinha me levado à São Paulo no dia anterior. Na realidade, eu deveria ter chegado na noite anterior ainda a esse segundo compromisso, se o encanto por você me tivesse deixado ir. Cansado e com sono, pensava nas complicações que nosso relacionamento teria de enfrentar a partir daquele dia se, de fato, aquela ânsia de todo o início perdurasse e se desenvolvesse para afeto mais nobre com o correr dos dias. À tarde, liguei para ela, pois era como se eu tivesse sonhado a noite e madrugada daquele dia que, ainda hoje, de certa maneira não amanheceu; mas não consegui contato (eu estava no Carandiru, bairro vizinho onde ela mora). Fui para casa assim mesmo, esparançoso por nosso próximo encontro, que deveria acontecer uns cinco dias depois, numa sexta-feira.

Não convém aqui explicar as complicações, mas basta que se saiba que eram grandes, adversas e angustiantes. E, por isso, até o dia seguinte, quando eu falaria com ela novamente, segui com meus pensamentos envoltos pela lembrança do momento redentor (que, insisto, está no 1º momento descrito aqui no blog).

Eu não sabia ainda que o medo cessaria porque simplesmente me deu suas mãos, sem jamais querer soltar. Eu ainda não sabia que teria luz dos olhos teus sempre a me oferecer em momentos de escuridão. Eu não sabia ainda que jamais negaria seus aconchegantes braços ou seu calor quando eu sentisse o frio na barriga ante as situações mais adversas que eu vivia. Eu não sabia ainda que você me desataria nós que impediam parte de meu coração existir. Eu não sabia ainda que a eternidade podia ser tão presente, mesmo que por algumas horas de cada vez.

Você, Koly, me deu a mão naquela noite, trazendo a força de teu sentimento a força de teu belíssimo ser. Me mostrou que um sonho não é fantasia quando se quer com sinceridade, respeito e sem vaidades. Eu ainda não sabia para onde iríamos, embora você tenha me chamado a seguirmos na mesma direção; fez questão! Eu ainda não sabia que, na minha busca para ser uma pessoa melhor, você seria uma parte tão bonita desse caminho, uma paisagem consoladora e deslumbrante a trazer calmaria em meus anseios.

Eu ainda não sabia o que era se perder em toques de alguém, quase sem nem perceber quem eu sou nesses momentos. Eu ainda não sabia que eu estava me embrenhando num mar imenso, cintilado, enigmático a me mostrar, devagar, os seus segredos.

Eu tinha acabado de descobrir que um beijo pode tocar a alma pela doçura, ingenuidade de amante e vontade sincera de partilhar um afeto sincero; de leve ou mais sôfrego ainda hoje quando você o faz faz como se fosse a primeira vez depois de muito querer.

Eu ainda não sabia que jamais conseguiri te recusar, que podem existir coisas mais fortes no coração que me impediria de renunciar.

Ah, Koly, quanta coisa eu não sabia. Quanta coisa por se descobrir. Quanto receio de que eu não pudesse te satisfazer em suas aspirações. Quantos sentimentos contidos até a irrefreável explosão. Quanta felicidade eu sentia também neste misto de sensações que me tomavam por aqueles dias.

Não foi fácil dormir à noite. Nem fácil passar a manhã no dia seguinte. E como eu queria sair logo do trabalho, e a tempo ainda de encontrar on-line para saber como você estava... Para saber como tinha sido sua noite e e seu dia anteriores... Para saber se ainda persisita a vontade de me rever no dia combinado para o próximo encontro...

Na mensagem pessoal do msn você havia escrito algo como "Muuuuito feliz!", e qualquer um podia ler. Quis logo saber o que havia acontecido de novidades.

-"Estou muito feliz  e o motivo de tanta felicidade é você, Ivan!"

...

Nada mais seria preciso dizer após aquilo, ao menos até nosso próximo encontro, que veio logo. Tempos depois é que soube, de você, os obstáculos íntimos que teve de vencer para assumir tão belo sentimento. E percebi que naquela afirmação havia também a felicidade de uma vitória de interior. O que se sucedeu depois, nos meses que correram e nos dias que ainda correm foi a confirmação de cada um de meus anseios da forma mais positiva e abençoada... mais do que eu jamais imaginaria. O afeto entre nós, que cresceu, venceu os obstáculos. E, enquanto estou aqui, neste momento, como em tantos outros, eu quero acordar nas madrugadas e, após abrir os olhos, te encontrar ao meu lado, estender os braços, aninhar teu corpo no meu e voltar a dormir. Voltar a sonhar. Somente isso... Somente isso me bastaria.

----------

Koly, querida... eu sei que a última frase você já conhece. Mas, qual é o problema de eu me plagiar se bem couber na proposta?

Outra coisa, querida. Talvez seja interessante que você escreva, no próximo post alguma coisa alusiva a esse momento, pois que algumas coisas não revelei porque seria mexer em sua intimidade e, para esse item, tem coisas que só cabe a você revelar ou não.

Seria pedir muito que vocês, caros leitores, me prestigiem no meu outro blog?
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Beijo nos corações de todos.

  

 

 

 

 

Escrito por Ivan da Luz às 20:11
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Terça-feira , 26 de Agosto de 2008


ESCLARECIMENTOS

               Este blog tem muitos leitores. Pelo menos se considerarmos que eu insiro poucos textos aqui e, às vezes, por forças de circunstâncias contrárias à minha vontade, fico mais de uma semana sem vir. Vários preferem enviar e-mails ou mesmo deixar algumas impressões no msn, e, a quantidade de comentários aqui blog ainda é, aproximadamente 20% dos acessos que o blog já teve.
               Eu estou contente com aidéia do blog. Ele não foi feito, primordialmente, para que tivesse muitos leitores. Era preciso que tivesse pelo menos um, ou, melhor, uma. No entanto, sabendo que os momentos relembrados aqui dariam oportunidade de partilhas emocionantes, a homenagem fica mais completa. 
               Neste texto vou responder à algumas questões que se repetem. Outras ficaram de fora por eu considerar que não precisam ainda serem respondidas, ou porque eu teria que citar itens de maior intimidade e estes devem ficar restritos a mim e à Koly.

1. A Koly tem 22 anos e eu sou 8 anos e meio mais velho. É baiana de Ilhéus e mora em São Paulo desde os 14. Eu nasci em Pernambuco e moro em São Vicente há mais de 28. Nossos históricos de vida são bem diferentes e as experiências que acumulamos idem. Isso nos faz diferentes, embora tenhamos muitas afinidades. Detalhes, deixo para o transcorrer dos dias, pelos posts.

2. Sim, tenho filhos. Dois. É que já fui casado. No outro blog que eu tinha (http://ijdlf.zip.net) tem vários textos sobre meus filhos. Minha relação com eles é ótima, pois os vejo quase todos os dias. Com a mãe deles a relação também é boa. A Koly é solteira e não tem filhos.

3. Nosso namoro não é virtual. É que moramos em cidades que distam 70km. Mas levo duas horas para chegar até a casa dela (ônibus interurbano-metrô-ônibus urbano). Então, só no vemos quando eu estou de folga- as dela são sempre nos fins de semana, as minhas não; mas, às vezes acontece de nos vermos quando só ela folga. Por morarmos "longe", nosso contato diário é por telefone o por internet.

4. Conheci a Koly em um evento espírita. Ela se dedica ao espiritismo desde que chegou em São Paulo, eu, desde os 14 anos. Nos conhecemos há uns 4 anos. Sempre tivemos contato e com alguma regularidade, pois nos víamos em eventos espíritas. Mas o interesse um pelo outro só teve início há uns 2 anos.

5. Sim, tivemos muitos impedimentos para que ficássemos juntos e vencemos todos eles com bastante tranquilidade e serenidade. O início, embora problemático, foi muito bonito. NÃO, ELA NÃO FOI A RESPONSÁVEL PELO FIM DE MEU CASAMENTO. Minha última separação (com a mesma ex-esposa) ocorreu quase uma ano antes de eu começar a querer a Koly de um jeitinho diferente para mim. Vencemos muitos impedimentos e ganhei, em termos emocionais, nestes 20 meses, maravilhas que jamais ganhei ou encontrei em tOda a minha vida.

6. É claro que nos desentendemos. A Koly e eu divergimos em alguns comportamentos. Além disso, como nossas experiências de vida diferem tanto, é normal que lidemos, em situações semelhantes, de modos diferentes. No entanto, há tanta beleza no que ela me e se dispõe a mim, e, é tão abançoado e verdadeiro o que fazemos um pelo outro, que cumprimos algumas regrinhas: jamais dormir sem se falar; jamais gritar um com o outro; jamais se furtar a um abraço ou toque por birra e algumas outras coisinhas.

7. É verdade que a Koly vai escrever mais vezes por aqui. A idéia é que esse blog exista até fevereiro do ano que vem. Mas, quem sabe ele continue depois ou mude. Os motivos, falamos outro dia. A idéia é que intercalemos textos semanalmente. Acho que a exceção é o próximo, pois como este texto não é um momento relembrado, penso que o próximo deverá ser meu.

8. A reunião de textos que escrevi eu já encadernei e a presenteei. Chamo de "o que o coração mandou escrever-coletânea em prosas e versos inspirados por você" e o momento da entrega, talvez seja, um dia descrito por aqui. Trata-se de textos que publiquei em blogs, no Orkut, enviei por e-mails à ela e alguns textos que ela não sabia que existiam no momento da entrega. Quem sabe um dia nós publicamos por aqui num link. Ou, quam sabe o presenteemos a alguém, sei lá.

9. Gostei da idéia de fazer, vez em quando, textos à quatro mãos. No entanto, vale dizer que, a cada texto que escrevo ela comenta e eu idem. Mas, sobre a idéia, vou conversar com a Koly a respeito. Talvez possamos escolher um tema que tenha a ver com nossa história e, daí, escrevermos juntos a respeito.

10. Temos planos para casar sim. Eu jamais tive planos de casar com alguém assim, de forma completamente voluntária. No entanto, há um caminho a percorrer, a começar por um emprego de ganhos mais adeaudos às nossas pretensões sem que eu esqueça minhas responsabilidades com os meu pequenos. Se alguém quiser nos contratar, estamos aceitando propostas, he he he!

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Escrito por Ivan da Luz às 19:39
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Segunda-feira , 18 de Agosto de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 8, Por Koly.

 

  Naquela época eu ainda não entendia ao certo o que se passava aqui dentro. Que confusão de sentimentos era aquela que insistia em me absorver?!

  Em meio a essa confusão existia o carinho e a vontade do encontro que eram inevitáveis em mim (e nele, acredito). Então marcamos o encontro. Era a segunda vez que combinávamos, já que na primeira não apareci!

  Fui de São Paulo a São Vicente para encontrá-lo, a idéia inicial era passarmos um dia juntos, conversar (as conversas que até então só eram freqüentes pela internet, pois eram raros os momentos em que nos encontrávamos), só isso. E eu acreditava que seria só isso porque desde a primeira declaração ele já havia deixa claro que nunca me pediria nada e assim aconteceu.

  Nos encontramos pela manhã: Eu, angustiada por conta de alguns problemas, me rendi à beleza daquele dia bonito do fim de dezembro; Ele, não deixando fugir de sua percepção minha angústia, me acolheu no seu aconchego e me trouxe um dia inesquecível. Não me cobrou nenhuma explicação, apenas estava ali me oferecendo seus abraços que me faziam sentir segura, uma embarcação que se atraca segura no Porto depois de uma noite de tempestade, seu colo que mais parece ser meu berço, seus risos que para quem o conhece sério o acha incapaz de tantos, e seu olhar... que me fazia e faz sentir única!

  Cada conversa, cada carinho, cada abraço que dedicávamos um ao outro naquele dia eram passos que dávamos no caminho da nossa descoberta. Ele, que já havia se declarado meses antes deste encontro, desconhecia a confusão de sentimentos que acontecia dentro de mim naquele momento. Desconfiava, via em mim indícios do sentimento que mais tarde eu confessaria possuir.

  Passamos um dia encantador, o qual ele já descreveu por aqui! Andávamos de mãos dados, não perdíamos a oportunidade de um abraço ou carinho. Ele parecia me querer ali eternamente, e eu queria estar ali se o tempo pudesse ser congelado. Como era redentor estar naqueles braços onde fui acolhida com tanto carinho e respeito! Antes da despedida combinamos outro encontro para o dia seguinte. Outras horas deliciosas me foram proporcionadas.

  Fui embora de São Vicente pensando no que mais havia me encantado naquele homem o que me dava tanta vontade de tê-lo perto?... Sua dedicação e sinceridade, a falta de cobrança, estar satisfeito apenas com meus abraços e minha amizade sendo que seu coração pedia mais que isso...

  Por muito tempo desprezei a possibilidade de sentir ou despertar tais sentimentos em alguém. Agora o Ivan estava ali, descortinando as janelas dos meus olhos para que eu visse e vivesse o que ele tinha para me oferecer.

  Dois meses depois deste encontro, onde eu comecei a ver que as adversidades poderiam ser menores que aquilo que estava nascendo, eu aceitei por completo o que a vida me dava de presente: uma pessoa linda e um sentimento abençoado.

 

  O Ivan me fez uma proposta e eu aceite o convite para aqui postar, sob o meu ponto de vista, alguns momentos que passamos juntos. Agora é minha vez de tê-lo (ao Ivan) como minha inspiração. Nos meus textos vocês vão ler sobre a percepção que cada momento com ele me deixou, os sentimentos que aqui se passavam à época do momento acontecido, tudo inspirado por ele!

 

  Confesso minha incapacidade de traduzir em tão belas palavras o que acontece conosco, como tem feito o Ivan nesse espaço que tenho mesmo como um presente, mas também vou dividir com vocês um pouquinho do que se passa aqui dentro de mim!!

  Muito obrigada a todos que aqui passam o carinho dispensando!

Escrito por Ivan da Luz às 15:43
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Quarta-feira , 06 de Agosto de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 7

Ainda não era exatamente a hora de postar um texto dela (são pouquíssimos), mas por alguns detalhes que não convém comentar hoje, creio que a postagem dele hoje é oportuna. A história é que, para terminar aquela coletânea de textos que encadernei para ela, citada nos momentos 5 e 6 (será que seu eu editar em um livro ganho alguma notoriedade por aí?, he he he), pedi que ela escrevesse algo sobre o que chamamos de "Nosso Mundo", um lugar etéreo onde habitam ela, eu e muita beleza. Sobre esse Nosso Mundo, é provável que eu escreva mais vezes. Ela não sabia para que era o texto e o usei para terminar aquele registro. Aqui, ele não está na íntegra, mas conservei todo o encanto que ela usou nas palavras.

"Moço bravo esse aí!, foi o que pensei quando te vi a primeira vez. Assim mesmo, guardei boa impressão. Nos encontramos outras vezes, mais até do que me lembro (eu acho), antes de começarmos nossas longas conversas na internet.

Conversas divertidas, confissões, histórias contadas. Ganhou minha admiração e, depois, meu carinho. Chegou, ficou. Amigo adorável, com quem eu adorava conversar. Nem estranhei que eu desejava que você ficasse on-line todos os dias, no horário habitual, pois é normal querermos contato com quem nos agrada. Moço culto, inteligente, contundente, nem tão sério assim, nem tão palhaço.

Mais encontros, mais conversas, estas cada vez mais solícitas; sorrisos, braços e a sensação gostosa de estar ganhando um novo amigo, alguém para gostar a vida inteira. Eu já conhecia alguns de seus defeitos; jamais se escondeu, sempre sincero. Percebia coisas em mim que, para mim, as pessoas não deveriam perceber. Me analisava, às vezes, e, embora isso me incomodadasse na época, naõ conseguia ficar brava. Já não tinha espaço.

Um dia me escreveu uma declaração. Outro dia, contou um sonho (ver momento 7) que traduzia seu carinho. Fiquei feliz. Outros encontros, alguns acontecimentos, algumas novidades e outros problemas. Num dia, uma viagem com alguns amigos, mas, entre nós dois, abraços, sorrisos e pensamentos. Voltei tão tranquila para casa e já sentia saudade, querendo repetir a dose- pois eu pensava que não haveria mal em rever quem nos faz bem. Talvez esse afeto de hoje já estivesse nascendo e eu ainda não havia percebido.

Demorou algum tempo a partir daquele dia até que eu não mais pudesse esconder o que se manifestava dentro de mim. "Eu gosto de você, e só não ficarei com você se você não me quiser"*, foi o que saiu da minha boca, quase como um sussurro naquela noite.

Nosso mundo não começou a ser construído ali, pois naquele momento terminamos sua construção. Esta, começou bem antes, com nossa amizade, nosso carinho, nossa sinceridade, nosso respeito, nossa disposição e vontade de estarmos juntos... Cada sentimento, cada palavra, cada demonstração de dedicação, cada olhar, cada abraço, cada verdade, cada parte de nossa história compartilhada... Eram tijolos que sobreppunhamos na construção de Nosso Mundo. Nosso afeto, o cimento entre os tijolos e o restante do material, necessário para manter este nosso mundo em harmonia.

Hoje, trabalhamos para a evolução do que chamamos Nosso Mundo. Trabalhamos para melhorar o lugar onde me sinto tão bem e segura; onde desfrutamos de tantos lindos momentos, compatilhando alegrias e angústias; onde podemos recarregar nossas forças; onde podemos parar e admirar o que de tão bonito a vida nos traz. Um mundo calmo e isolado, mas onde jamais nos sentimos sozinho porque foi construído por nós dois e ele é só NOSSO.

Assim vejo Nosso Mundo. Cuidemos dele para que seja sempre saudável e para que sempre nos sintamos felizes e acolhido nesse nosso lar. Ainda não consigo calcular o quanto estou feliz por fazer parte desse mundo ao seu lado. Só sei que nele quero habitar por tempo indeterminado. E que seja de tempo incalculável a estadia.

...

A idéia inicial era juntar este texto de um outro que fiz com o mesmo tema, compondo um texto a quatro mãos. Mas não foi ainda dessa vez. Isso porquê, Koly, você escreveu algo superior ao meu. Mais tocante, mais vivo. Descreveu melhor em palavras o que eu queria dizer. Deixando somente o que você escreveu, não há, seguramente, prejuízo em encanto. No tempo que me disse aquela frase redentora, você é o que de melhor me aconteceu. E é por isso que lhe devoto meu afeto em agradecimento e desejo por sua felicidade.

 

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Koly, querida... penso que esse é um daqueles textos importantes para nossos atuais momentos.

Seria pedir muito que vocês, caros leitores, me prestigiem no meu outro blog?
WWW.ALGUMASPALAVRAS-IVAN.BLOGSPOT.COM

Beijo nos corações de todos.

Escrito por Ivan da Luz às 19:39
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Quarta-feira , 30 de Julho de 2008


Tempo curto, não terei tempo de postar outro texto com o cuidado que a Koly merece.

Por mais uma semana o texto da vez será o anterior.

Beijos nos corações de todos!

Escrito por Ivan da Luz às 19:55
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Terça-feira , 22 de Julho de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 7

Foi antes de começarmos nosso relacionamento que tive um sonho. Eu já a conhecia há uns dois anos. No entanto, era naquela época (a do sonho) que nossa afetividade parecia nascer e, homeopaticamente se desenvolver. Algo nos dizia que já nos queríamos, mas nos impedíamos; cada qual com seus motivos- talvez eu conte por aqui melhor isso em outra oportunidade.

O sonho, impresso em minha memória, foi mais ou menos assim:

Havia ansiedade no meu coração, ao menos. E no seu? Eu queria acreditar que sim. O encontro, foi redentor. O abraço, desejado com tanta intensidade, foi inevitável. Perguntei:
- Por quanto tempo posso ficar aqui, te abraçando?
- Pelo tempo que conseguirmos ficar de pé!
- E se for pouco o tempo?
- Procuramos um lugar mais confortável!
- E, depois desse, quantos outros abraços vai me permitir te dar?
- Quantos quiser!
- E se forem poucos?
- Tudo bem se forem calorosos e demorados! Até pedirei que o tempo espere!
- E se forem muitos?
- Então, terei a certeza de que é você aqui!

Quando nos iniciávamos numa relação eu dizia a ela que minha vontade em abraçá-la era tanta, que de fato, o evento têm se repetido. Nunca à exaustão, que jamais me senti exaurido por isso.

E foi num desses momentos (de abraço contínuo) em que a nudez era graça e poesia e o contato da pele, quando extasia, se reveste de fortaleza aos corações, protegendo e jamais sucubindo às dores ao redor que, depois de sei lá quanto tempo abraçados, durante a exata maneira preferencial que descrevi no Momento n° 5 que eu quis quebrar o silêncio- aquele que diz muito, mesmo na ausência de qualquer palavra:

-Eu sinto falta de ouvir sua voz, de seus trejeitos, de seu olhar... Gosto de caminhar por aí com você e de falar de nós dois. Gosto do tempo que passo contigo. No entanto, nada com você é mais prazeroso que  estar aqui, assim, com todo meu peito colado em suas costas e meu rosto quase em cima do seu. É quase como poder dizer que você é minha.

Isso foi muito recente, caros leitores. E, é claro que o texto não acaba aqui. Afinal, o que dá sentido aos textos deste blog são aquilo o que ouço dela, me surpreende, é espontâneo, me aquece o coração, acalma os ânimos e é digno de compartilhar com vocês, por motivos também já expostos. Portanto, voltando... Ao dizer a frase anterior, foram poucos segundos mais de silêncio e ela, que nem preciva, resolveu responder.

-Eu me sinto mesmo como se fosse sua (daí, ela explica, sem dizer que é uma explicação:). Você é meu porto (ela já me disse isso algumas vezes) e atracada que estou e gosto de estar, no que de mim depender, daqui não saio, daqui ninguém me tira!

...

Ela sempre demonstrou gostar desses nossos abraços de horas. No entanto jamais havia falado algo assim. Ainda estou digerindo mentalmente este momento, uma vez que foi logo ali em nosso último encontro. É bom sentir que o delicado corpo dela se aconchega ao meu, embora maior, numa justaposição que só mesmo o afeto pode encaixar.

 

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As fotos estão aí atendendo à pedidos.

O outro blog está em recesso por alguns muito poucos dias. Preciso pensar num jeito de interessá-los em lê-lo, he he he!

Escrito por Ivan da Luz às 16:52
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Quarta-feira , 16 de Julho de 2008


NÃO É UM MOMENTO RELEMBRADO.
Dedicado à Kall

Certos momentos são tão ínfimos no tempo em que duram, mas de tão determinantes em sua semeadura, parecem carregar as marcas deixadas pela eternidade. Certos momentos fazem com que, em algum ponto, a vida passe da sonolência para a alvorada. Certos momentos são como chama ardente que não machuca, mas aquece e ilumina um coração- ou dois. Em alguns especiais momentos podem ser ouvidas notas mágicas arrancadas de cordas de um sentimento nascendo ou que irá nascer. Certos momentos revelam certezas que se abrem diante da(s) alma(s) as crô0nicas do tempo. Um ou outro momento, embora raros, revelam segredos  da eternidade para o futuro. Num momento uma semente pode ser lançada e, cuidada pelo carinho do ser amado (ou que ama), e finalmente colhida pela alma os seus frutos.

Cada fruto pode ser exatamente um momento. E um árvore de momentos colhidos pelo afeto que se ergueu entre os corações enfeitam um mundo criado a partir, também, do afeto.

Assim tem acontecido comigo e com minha querida Koly.

Parafraseando o item 9 do capítulo 11 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, afirmo que o sentimento de amar orna a natureza de seus ricos tapetes. Ele se enfeita e fixa morada onde se deparem flores e perfumes, dando aos homens, ainda, a paz, calma ao mar, silêncio aos ventos e sono às dores.

Como escrevi ainda no primeiro texto, este blog serve para registrar alguns momentos que tive com a Koly. Se estarei para até o fim desta vida com ela, não posso dizer com certeza, pois que ainda somos aprendizes na arte de amar e já nos equivocamos tanto através dos tempos, que não somos, acredito, ainda capazes de garantir tamanha grandeza. Por outro lado, as marcas já deixadas serão sempre um jardim a frutificar de tempos em tempos, no mínimo, as lembranças dos acréscimos que esse afeto entre a Koly e eu foi capaz de produzir.

A Kall, cujo blog é um dos meus preferidos de leitura- acessem lá: http://tempomeu.zip.net- parece ter entendido de forma irretocável, o objetivo deste blog, que não é só uma homengam à Koly e a relação que tenho com ela; mas uma homengem ao convite que a vida nos faz para celebrar o que podemos desenvolver de belo dentro nós. Diz a Kall: "vocês fazem de um pequeno instante um grande momento... tarnsportando a saudade para um carinho aconchegante, tentanto afastar as coisas ruins de nós dois."

A você Kall, posso garantir que, se você aprende muito quando vem aqui (palavras suas) é porque o verdadeiro bom afeto, sendo sincero, e não importando o nome que se dá a ele, sempre nos ensina, pois que somos capazes de sentir, e, aliás, fomos criados para, entre outras coisas, aprender a amar, pois do amor nascemos. Por isso, aprendizados em semelhantes proporções ocorrem em tantos outros blogs.

Quanto à Koly, eu já disse a ela:

Pela forma serena como se estabeleceu nosso envolvimento. Pela ausência de interferências externas que nos impelissem a ficarmos juntos. Pelas aversidades suficiente para impeder a aproximação da maioria dos casos de relacionamentos que conheço. Pela descrição com que tudo aconteceu. Pela força inevitável como você foi crescendo dentro de mim. Pela ausência de cobrança discriminatória com que sou tratado por você. Pela forma com que sinto querer você livre. Pela vontade sincera de querer que esteja comigo porque essa vontade grita em seu coração. Pela disposição que encontro em mim de te ver. Pela saudade que se traduz em querer te abraçar, te ver sorrir, te ver olhar e não olhar teu corpo como um objeto. Por querer sinceramente que sempre se sinta respeitada e querida. Enfim, porque dentro de mim em relação a você, encontro disposições inéditas, e considerando o entendimento que hoje tenho sobre os sentimentos, sem ter vivido muitos deles; e considerando ainda que não tenho visões fantasiosas da vida, é que me sinto seguro em dizer que eu a amo. E se eu descobrir um dia que não é amor, espero não ficar triste, pois constatarei que existe algo mais forte de se sentir que isso que sinto. Por hora, entretanto, não me interesso em saber se existe sentimento maior, porque hoje o que sinto me bastanão só por ser grande. Mas, por ser inédito em mim e me fazer tão bem.

...

Desejo que todos os que acessarem aqui possam se enternecer, para crerem que a serenidade, a tranquilidade, a cumplicidade, o respeito e o afeto sinceros podem coexistir num relacionamento, tornando seus participantes felizes! Esse blog, Koly, é um presente para você. E a partilha, é com todos os outros que aqui vierem!

 

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Ps.:1- a reunião de textos que citei no texto anterior já foi feita e entregue já há algum tempo. Não tinha ficado claro, não é?

Ps.:2- Não é fácil encontrar as melhores palavras para descrever os momentos aqui registrados. Soma-se a isso a o tempo escasso, faz com que minha assiduidade aqui seja pequena.

Ps.:3- Creio que a Koly não se importará de eu ter dedicado o texto à outra pessoa.

Ps.: 4- A Koly pode até dar uma reclamadinha por eu ter publicado sua foto (ela vive dizendo que nunca sai bem nas fotos), mas, quer melhor imagem para ornar os textos do blog?

Ps.:5- meu outro blog tem recebido poucas visitas:  http://algumaspalavras-ivan.blogspot.com

 

Escrito por Ivan da Luz às 19:49
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Quarta-feira , 02 de Julho de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 6

Pela distância em que nos encontramos na maior parte do tempo- afinal, cidades tão distintas e distantes, com vidas distintas e um afeto em comum- a saudade, é um sentimento tão vivido e recorrente, como é o recorrente o tema em muitos de meus textos já escritos e recados deixados.

Pela saudade me expresso nas palavras que ela tão atenciosamente lê, ou mesmo relê, já que resolvi que muitos desses escritos deveriam ser registrados. A idéia ganhou corpo depois de um fato inusitado.

Nos falamos todos os dias em que não estamos juntos, ao telefone- ou seja, cinco vezes. Cinco dias ininterruptos sem vê-la, com algumas abençoadas e desejosas exceções. Por motivos financeiros, as conversas são curtas, embora importantes, pois que a palavra, e o ato de ligar configura-se em certeza de presença. Não física, mas num plano indescritível metaforicamente chamado coração, regido por leis que só o afeto pode criar e manter.

Nossas conversas não têm o apelo da presenças físicas, mas guardam, nas querências delas a vontade e o desejo poéticos dos amantes.

Durante o dia, vez ou outra, envio mensagens ao celular dela, gestos que apelidei de carinhos. Apenas para me mostrar presente e deixar claro o nome que meus pensamentos têm em tantas horas do dia. Vez ou outra, escrevo mensagens (os carinhos) no Orku, ou textos que publiquei em meus outros blogs. Alguns muitos textos, escrevia sem que ela soubesse da existência, pois, eu tinha a idéia de, um dia reuní-los- já que cada um relembra um momento específico.

Certa feita, vi no celular dela, que muitos dos meus torpedos haviam sido guardados. Muitos- assim como faz com os recados que deixo em seu Orkut, embora apague todos os outros. Como concluí que ocupassem espaço na memória, e que, cada mensagem foi concebida em específicos momentos já passados, quis saber porque as mantinha guardadas.

-"Assim, posso relê-las e lembrar momentos. Com isso, sinto você um pouquinho mais perto de mim!"

...

Desde então, ganhou corpo meu projeto de reunir os textos (do Orkut, dos blogs e o outros desconhecidos por ela) numa espécie de coletânea, encadernar e presenteá-la com aquilo o que, por sua inspiração, meu coração foi capaz de ditar às minhas mãos. Cada texto foi datado e acompanha nota de observação, com os motivos de sua concepação.

 

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Outro blog: Algumas Palavras 

(http://algumaspalavras-ivan.blogspot.com)

Escrito por Ivan da Luz às 18:23
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Quarta-feira , 18 de Junho de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 5

Conheço pessoas que reclamam e muito do marasmo de seus respectivos relacionamentos. Querem dar o que chamamos de turbinada na relação. E isso significa, no mais das vezes, viajar, pegar um cinema, ir a uma festa ou chamar uns amigos para jantar. Não vou aqui ser contrário a esses tipos de atividades, já que podem ser divetidas, para dizer o mínimo, ou, ao menos servirem de grande distração. E, com a Koly, faço quando tenho oportunidades- às vezes, nos esforçamos para criar essas oportunidades.

No entanto, com ela, tenho uma distração preferida: passar um tempo abraçado.

Não, não. Não dispenso um teatro ou um cinema, ou uma caminhada no parque, que é sempre um delícia fazer em sua companhia. No entanto, minha distração preferida é exatamente essa: abraçá-la.

A técnica, para os que ainda não experimentaram, é a seguinte: ela se deita de lado, com a cabeça apoiada num travesseiro, e eu, deito logo atrás, apoiando a cabeça num travesseiro mais alto, um dos braços por baixo de seu pescoço e os dois a enlaçando. Pode ser no sofá, ou num colchão. Variedade melhor é quando estamos nus da cintura para cima, sentindo pele na pele. Se totalmente nus, tanto melhor, e, embora exista aqui certa carga de erotismo, asseguro que há encanto e carinho e uma sensação de bem estar difícil de explicar, que passa longe do obsceno- por isso descrevi a atividade aqui, uma vez que ela merece todo o respeito e discrição em relação à nossa intimidade..

Eu costumo sempre brincar (embora a sensação seja séria) de que me extasio no quanto ela parece caber direitinho, justaposta em meu corpo. Ali, vejam bem, tenho tantas oportunidades de sensações: sentir seu cheiro de perto, ouvir de perto sua repiração, ouvir sua voz que tem sempre coisas encantadoras para falar, sentir sua pele- sensação essa que, aliás, é das mais indescritíveis.

Muitas vezes, não falamos. Costumo dizer que existem momentos em que o silêncio parece dizer tudo, sem deixar dúvidas e nem precisar de maiores explicações- nosso abraço, como eu já disse a ela, é como o encontro de duas almas em comunhão de sentimentos que, em dado momento podem se tocar.

Os textos aqui, se já perceberam, têm sempre no último parágrafo, a razão de ser deles. Os anteriores, são como devaneios, envolto pelo carinho das lembranças que reaparecem vivas em minha mente, pois que o que importa é o registro de momentos. Num dessas vezes em que o silêncio parece dizer tudo, deitados em um colchão na sala dela, numa dessas noites de clima ameno, ela, após tantos minutos ali, quase inerte, apenas respirando, resolveu ressalvar o que o silêncio dizia:

-"Ah, mas é bom demais isso aqui!"

...

Desde então, por sua espontaneidade, e considerando que eu jamais havia tocado no assunto descrito aqui no texto,eu tive certeza: somos duas almas em comunhão de sentimentos. E, minha querida, como anseio sempre em te tocar quando não estou aí de corpo presente.

 

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Outro blog: Algumas Palavras 

(http://algumaspalavras-ivan.blogspot.com)

Escrito por Ivan da Luz às 20:36
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Terça-feira , 29 de Abril de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 4

 

A saudade chegou para se tornar um combustível em nossa relação. É aceitável que ela tenha colaborado para que crescessemos um dentro do outro por todo esse tempo. A saudade era sentimento anunciado desde antes de iniciarmos nossa relação mais próxima. Afinal, não era segredo, para nenhum dos dois, que nos veríamos menos do gostaríamos, pelo menos a princípio, pela distancia que existe entre nossos lares.

Duas horas para ir até você. Duas horas para eu voltar à minha casa. Trabalhamos durante o dia. Eu só folgo dois fins de semana inteiros a cada três meses. E, ainda por cima, só saio às 23:00hs do trabalho- horário que anatematizo ao extremo. Portanto, havia uma proposta, a única possível, que era a de que nos víssemos somente em minhas folgas do trabalho.

Impressionante como o afeto, quando sincero, parece envolver os amantes (aqueles que amam) numa aura quase mística de energia e acontecimentos , pois, embora as dificuldades fossem tantas, nossa afinidade cresceu, a vontade de estar perto tornou-se regra, e todo o encanto que me provoca só não é maior por falta de espaço- afinal, quisera eu ter grande o coração, para caber mais de você dentro dele.

As coisas foram se rearranjando, planos foram traçados, e hoje, mais cúmplices como jamais fomos um com o outro ou mesmo com qualquer um em nossas vidas, o saldo é o seguinte: nos vemos mais do que pensávamos que nos víamos, embora nossa vontade clame por mais. Não é que sejamos exigentes, por assim dizer, somente amantes, que se sentem falta. São várias a manobras que fazemos em nossos cotidianos e queremos sempre mais, porém, agradecendo sempre à Providência Divinas as oportunidades que nos são proporcionadas, pois que é branda e redentora a aventuira de estarmos juntos.

Os parágrafos iniciais desses escritos se referem a um momento (lembrado de hoje), que o de quando conversamos como seriam nossos encontros. Sem me apegar em detalhes, basta dizer que seria preciso um esforço de minha parte para houvessem os encontros. E, uma parte também lhe caberia, mas julgava eu que não podia pedir ou exigir que fizesse devido ao esforço que você teria de engenddrar para tanto.

"Se você não tiver outra idéia melhor, será assim, pois já fiz a minha escolha, e  minha escolha é por você e por nós dois"! Foi isso o que ouvi como resposta.

...

Desde então, eu tenho sempre lembrado que não posso exigir que enfrente as dificuldades que ainda se apresentam, embora já hajam provas de que nosso afeto é superior, pois já vence a todas elas. Mas a resposta, invariável, confesso, soa como música suave e abençoada em meus ouvidos. E, confesso também, não quero outra resposta quando pergunto.

 

 

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Escrito por Ivan da Luz às 21:26
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Quinta-feira , 17 de Abril de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 3

Chegamos vagarosos e não tínhamos pressa- isso depois de horas de conversas onde o prazer da companhia se traduz por palavras fugidias, pois as que eu conheço não são dignas ainda para explicar, no espaço que tenho e pelo que me proponho no texto de hoje, com alguma eficiência para que vocês entendam. Havia leveza em nossos momentos preliminares como se fossemos, cada um, uma gota de orvalho perdida num nevoeiro que se aconchega no seio da flor para não ser levada pelo vento! Para mim, ela era a gota e eu a flor; para ela, a gota era eu!

Inclinei-me sobre ela. Vagarosamente. Sussurrei-lhe gentilezas sinceras saídas de meu afeto e ouvi sussurros idem. Era o início da descoberta de alguns segredos. As primeiras investigações de tal natureza- e como tem sido delicioso alcançar e apertar os interruptores dos seus quartos ainda ecuros para mim... Não sei se houve arrepios, mas aquele saudável frio nas barrigas devem ter havido. As peles roçando uma à outra, como que eternizando carícias. Abrimos nossas pétalas uma a uma, colhendo-nos o gosto depois do perfume. Gemidos tímidos quebrava o silêncio. Mesmo tímidos rompiam diques que, nas investigações que seguiram nos tempos seguintes explodiram em incontáveis ondas.

E, sempre, como naquela noite, em meio a um oceano revolto, porém suave, entrelaçamos línguas, olhares, mãos, braços e pernas, desarranjando os lençóis que agora já não importava se nos cobriam. Nus inclusive do mundo que corria em seu ritmo lá fora, entregamo-nos um ao outro para que fossemos envolvidos com a delicada seda que se tornara cada pele que cada um havia levado. Assim, nossas peles cobertas sentiram o deslizar de preciosas vestes, que, se são desfiadas, é tão somente para que as teçamos de novo, um para o outro, em carícias sublimes. 

As mãos envolviam os corpos. Unimos os olhares, com tudo aquilo que nos entrelaçavam, numa calmaria imensurável embriagada de prazer na fundição primeira de nossos corpos num poço de movimentos e sentires ilimitados. Uma, duas, e muitas outras vezes depois naturalmente, nas investigações que se seguiram pelos dias posteriores. Depois, os nós gerados por nossos entrelaços se desfizeram, dando lugar a algum cansaço clemente pelo aconchego um do outro, que se sucedeu já naquela primeira vez e se sucede sempre. Naquele dia, a felicidade era ela para mim e, ouso em dizer, eu para ela.

...

Nesse dia não restou qualquer dúvida de que adormecer em sua pele é um momento de exclusividade em sifonia única das notas musicais em meu coração. De toda forma aqueles sorrisos dela eu recebi como um reflexo de sua alma que se soltaram livremente num instante da eternidade para jamais ser levado da memória! Quanto a mim... duvido que eu não estivesse sorrindo também, como agora sorrio ao evocar esse momento da minha memória!

 

 

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Escrito por Ivan da Luz às 13:00
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Segunda-feira , 14 de Abril de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 2

Eu acabara de escrever mais um texto em homenagem à ela e estava prestes a mandar. Porém, pelo tamanho, não coube inteiro no espaço para recados no Orkut. Daí eu disse a ela que talvez, nem fosse assim tão ruim uma vez que, depois de tantos textos que eu já havia escrito, para ela já nem era assim tão surpresa e, provavelmente, ela não se emocionava mais tanto assim...

Ela: Pelo contrário! Me emocionao mais!

Eu: Como? Não é natural que não seja mais novidades meus escritos?

Ela: Me causam mais emoção porque, depois desse tempo juntos, eles continuam expressando um sentimento que continua grande... Ainda fico ansiosa para os momentos de te ver; para mim, todos os nossos abraços são iguais, os beijo são apaixonados, etc. Entendeu? Pelo menos, é como me sinto... Algumas coisas mudam, mas o que sinto por você continua lá! Intacto! Às vezes, é como se estivéssemos em início de relacionamento.

Eu: Ah é? Você nunca me disse isso aí...

Ela: É que, em alguns aspectos, certas coisas não mudaram; no máximo amadureceram. Por exemplo, quando eu te beijo continuo sem me sentir no chão, ainda ouço sininhos. Quero sempre te rever. Você ainda é meus primeiro e último pensamentos do dia, e por aí vai, essas coisas...

Eu: Sininhos? Dá para explicar esse negócio?

Eu: Olha, se você não disser que ouve sininhos quando me beija vou me decepcionar (risos).

Eu: Sininhos? Nesse contexto empregado aí, nem sei o que significa!

Ela: Sininhos, meu anjo. Musiquinhas de amor... É assim, ó: você me beija! Aí todo o resto pára! Tudo fica em silêncio! Daí, eu ouço uma espécie de som que não dá para identificar- na realidade eu não estou ouvindo nada, é só a alegria mesmo de te beijar! Uma emoção! À essa emoção, damos o nome de sininhos (não sou só eu que chama assim essa emoção)! "Ouvir sinihos" é a expressão.

...

Diante do exposto, que mais podia eu dizer? Nessas horas, o silêncio guarda todas as palavras necessárias para o momento! Mas, assim mesmo, creio que vocês leitores saibam o que eu teria a falar se fosse capaz!

 

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Escrito por Ivan da Luz às 17:16
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Segunda-feira , 07 de Abril de 2008


COM ATRASO, EU SEI! (se não entendeu, leia post anterior)

 

 

 MOMENTO RELEMBRADO Nº 1

A brisa tornava suave e, por vezes, um tanto friozinha aquela madrugada. O momento era ímpar na vida de nós dois, entre nós dois. O momento, o que fora confirmado depois, era tão oportuno! A síntese de semanas, meses até, despejada num cesto enorme de emoções somente naquela tarde anterior e na noite que seguiu à ela, ao apogeu chegava naqueles segundos derradeiros onde, sem que eu mesmo soubesse ao certo, travava-se, em seu interior, a luta entre o que nos faz racionais, com o que nos toma as emoções difíceis de lidar por serem novidades.

Garantiu para mim que a decisão não haveria, jamais, de ser fortuita. Garantiu que que as emoções eram fortes, mas que não se absteve de pensar detalhadamente sobre cada item implicado naquela decisão. Mas, até aqui eu não desconfiava.

O que eu sabia era que jamais qualquer outra pessoa despertara tamanhas inclinações emocionais em mim. Eu sabia também que uma força, estranha em mim e por mim até então desconhecida, dizia que, se houve uma chance, uma única somente, seria diferente com você, como jamais havia sido antes com ninguém- até hoje, passado mais de um ano daquele momento, ainda me impressiona como essa força se processa em mim, quase não me receonhecendo por vezes, pelo que tenho sido capaz de ser, sem grandes esforços que não valham a pena.

O que eu sabia também era que contemplar você por tantas horas (a tarde anterior e a noite seguinte à ela- o maior tempo que tive para isso) era mais do que eu suporia que tivesse; e, no entanto, eu tive naquelas horas. Contemplar seu olhar, que na miudeza que lhe é próprio, deixa escapar um brilho que só brilha quando me olha. Compartilhar de seu riso, cuja doçura, meiguice e suavidade, traz-me lembranças das mais gosto0sas de ter quando estou na solidão de meu travesseiro. Ter suas mãos a me acariciar, como se dançacem uma valsa suave pelos meus braços e costas.

Tantas sínteses antes do momento aqui lembrado hoje!

Após o beijo eu disse que um beijo mudava tudo. Que as implicações eram muitas, motivando, todas elas, e me impedirem de pedir qualquer coisa mais que sua amizade. Alertei que seríamos reprovados por muitos, em decorrência da falta de enmtendimento destes. Lembrei dos meus impedimentos, que trariam tantas dificuldades ao nosso enlace. Tantos percalços previstos. Tantas contrariedades. Tantos impedimentos inevitáveis. E o afeto, aquele que, a cada dia, mostrou-se mais verdadeiro abençoado, o que tínhamos a favor para o combate- e que redentor foi vencer alguns, e continuar travando alguns deles.

Foi aí que me lembrou do quanto havia raciocinado, considerando tudo o que eu disse, mas sem descartar as emoções minhas que você já conhecia e as suas, que também existiam, mas que acabava de serem mostradas a mim, às claras. Houve o momento de mais um beijo, o segundo, mas não sem antes que me dissesse:

-Eu já tomei a minha decisão! E só não ficarei com você se resolver não me querer.

...

Jamais fui capaz de recusá-la!

 

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Outra novidade: Algumas Palavras (http://algumaspalavras-ivan.blogspot.com)

Escrito por Ivan da Luz às 18:22
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Sexta-feira , 11 de Janeiro de 2008


O BLOG: EXPLICAÇÕES, MOTIVAÇÕES, PORQUÊS, O QUE ESPERAR, ETC.

Ainda não vi melhor definição para a palavra. Antes, eu costumava dizer que a saudade é uma falta ali bem presente. Não que eu tenha discordado agora. Mas a definição que conheci recentemente é melhor: a saudade é quando um momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Só sei, Koly, que nessa divina ópera onde todos os sons emitem a doçura do amor e juntos estão as lembranças e vontades de você, sinto saudade de ver brilharem as estrelas no céu de seus abraços, e sei também, que da saudade de dois lindos olhos, um lindo sorriso, dois ternos e calorosos braços e uma alma cativante de meu coração se faz um mundo inteiro em minhas lembranças...

E, as lembranças, recheadas de momentos valorosos, trarão, em homenagem à você e ao nosso abençoado relacionamento, os textos para este blog.

Desejo que todos os que acessarem aqui possam se enternecer, para crerem que a serenidade, a tranquilidade, a cumplicidade, o respeito e o afeto sinceros podem coexistir num relacionamento, tornando seus participantes felizes!

Esse blog, Koly, é um presente para você. E a partilha, é com todos os outros que aqui vierem!

 

Ps.: o blog deverá receber textos regularmente somente na segunda metade de fevereiro.

Ps.2: pretendo continuar com o Vertentes de Mim (http://ijdlf.zip.net)

Escrito por Ivan da Luz às 18:22
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