REGISTROS DE MOMENTOS NOSSOS


Sexta-feira , 19 de Dezembro de 2008


MOMENTO RELEMBRADO N° 13

 

 

Conversava com a Lara sobre vários assuntos, até que ela perguntou da Koly, e, em dado momento o seguinte assunto:

 Łara: Acho surpreendente seu amor por ela

Ivan: Acha?

Łara: Assim... Não é o amor, porque ele por si só já é surpreendente. É o que e como você demonstra! Os homens não têm o hábito de fazer isso, vergonha, sei lá...

Ivan: Bom... você pode perguntar a ela como se sente com isso, se quiser...

Łara: É .. perguntarei se tiver oportunidade

Ivan: Ela está on line... vou adicioná-la à nossa conversa.

 A Koly entra na conversa. Se cumprimentam. Eu faço a Koly saber quem a Łara é leitora e entusiasta freqüente do nosso blog.

Łara: Ô Koly, estava conversando com o Ivan e gostaria de saber como você se sente pelas tamanhas demonstrações de carinho, demonstrações públicas inclusive, etc. (rsrs),  pois geralmente, os homens não se comportam assim...

Koly: rsrsrs. O Ivan escreveu o primeiro texto; onde ele não deixava ali tão claro o que sentia, e o segundo já mais claro,  uns seis meses antes de começarmos a namorar. Aquilo foi uma surpresa muito grande, e eu ainda não acreditava que alguém sentiria algo assim por mim. Demonstrações públicas de amor, eu sempre pensei que era uma bobagem... rsrsrs .. Acho que nunca fui romântica! Mas com o Ivan, eu sempre encarei como alguns presentes, mimos; formas de ele se fazer presente no meu dia, já que ficamos cinco ou seis dias sem nos ver a cada semana.

Łara: Hum... Seis meses até começarem a namorar? Nossa!

Koly: Saber que ele mantém um sentimento tão bonito por mim, e querer dividir, contar isso de alguma forma, é bom demais! Não é por vaidade... (claro que qualquer mulher gostaria de ler textos assim daquele que ama)... mas é porque acredito que aquelas palavras são sinceras, porque há reciprocidade, e porque, pelo histórico do Ivan, isso é inédito na vida dele também!

Łara: E eu nunca vi homem nenhum fazer tudo isso! É realmente curioso .

Koly: Eu também não! Já perguntou a ele porque faz isso?

Łara: Boa... Ivan?

Ivan: A resposta, Lara talvez seja extensa. Mas, no último post, tem uma frase... uma declaração:

"Pela forma serena como se estabeleceu nosso envolvimento. Pela ausência de interferências externas que nos impelissem a ficarmos juntos. Pelas adversidades suficiente para impedir a aproximação da maioria dos casos de relacionamentos que conheço. Pela descrição com que tudo aconteceu. Pela força inevitável como você foi crescendo dentro de mim. Pela ausência de cobrança discriminatória com que sou tratado por você. Pela forma com que sinto querer você livre. Pela vontade sincera de querer que esteja comigo porque essa vontade grita em seu coração. Pela disposição que encontro em mim de te ver Pela saudade que se traduz em querer te abraçar, te ver sorrir, te ver olhar e não olhar teu corpo como um objeto. Por querer sinceramente que sempre se sinta respeitada e querida. Enfim, porque dentro de mim em relação a você, encontro disposições inéditas, e considerando o entendimento que hoje tenho sobre os sentimentos, sem ter vivido muitos deles; e considerando ainda que não tenho visões fantasiosas da vida, é que me sinto seguro em dizer que eu a amo. E se eu descobrir um dia que não é amor, espero não ficar triste, pois constatarei que existe algo mais forte de se sentir que isso que sinto. Por hora, entretanto, não me interesso em saber se existe sentimento maior, porque hoje o que sinto me basta não só por ser grande. Mas, por ser inédito em mim e me fazer tão bem."

 Estas palavras, que escrevi um dia, são atuais. Bem atuais. Esse trecho, Lara, resume tudo. Mas tem tantos outros detalhes... Como tudo começou, o momento que eu vivia na época, o momento que vivo hoje... Além disso,  uma maneira de me manter presente. E manter nela a idéia de que é querida e respeitada. Entende?

Łara: Não! Rsrsrsrs! O trecho eu entendi, mas, para você, demonstrar o sentimento é uma necessidade? Te faz bem?

Ivan: Claro. Buscar aprender a expressar sentimentos nos faz muito bem. Somos acostumados a não expor nossas "vulnerabilidades". Mas, às vezes, o que chamamos vulnerabilidades, na realidade é o que nos faz fortes. As outras, é o que tem de ser consideradas, para que não soframos mais. Ter um afeto bom é maravilhosos. Nos põe vivos. Expressá-los é distribuir essa vivacidade e compartilhar com aquele que é objeto de nosso afeto. Isso é partilha emocional, partilha de coração, é descobrir em si humanidade, e, admitir que é capaz de ter afeto, se gostar, de amar. Isso nos faz mais inteiros, nos faz autênticos e, principalmente, nos traz a dádiva de descobrir o quanto somos grandes- embora sejamos ainda muito pequenos.

 ...

A conversa continuou por poucos minutos mais porque cada um de nós tínhamos coisas a fazer. Esse trecho foi o que gravei, por considerar ter informações importantes, já que ouço indagações de outros, semelhantes à que a Lara me fez.

 

A Lara é uma moça, bem moça, que demostra ser bem inteligente se considerarmos sua idade. É uma das maiores entusiastas deste blog. De vez em quando, conversamos (em homenagem à ela, como já fiz com a Kall, publico outro texto com a Lara no meu outro blog) pelo msns, mas essa foi a primeira vez que ela fez isso com a Koly. Como nossos assuntos naquele dia me remetem a tantos momentos bonitos de lembrar, acho que valeu a pena colocar a conversa aqui, enquanto espero, pacientemente pela segunda parte do delicioso texto que minha Pequena escreve anteriormente.

Meu outro blog?blog?
WWW.ALGUMASPALAVRAS-IVAN.BLOGSPOT.COM.

O blog da Lara: http://lkolk.blogger.com.br

Beijo nos corações de todos.

Escrito por Ivan da Luz às 17:48
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