REGISTROS DE MOMENTOS NOSSOS


Domingo , 22 de Março de 2009


Recentemente fizemos mais um aniversário juntos. No início de nossa história eu escrevia tantas palavras muitos textos em homenagem à nossa relação. Até livro escrevi, imprimi, encadernei e a presenteei O tempo foi passando e os textos fora dominuindo em incidência. Não é porque falta inspiração. Não, definitivamente! É porque poucas são as palavras que ainda existem para serem ditas. estive relendo muitas coisas que escrevi tendo como assunto nosso relacionamento e tanto (re)descobri que continuam a exprimir o afeto que a Koly me inspira. Selecionei algumas frases, atualizando algumas vírgulas, apenas para que fossem melhor inseridas no contexto atual.

 

Para quem não aprova a idéia dessas variações de um mesmo tema, respondo que essa rotina de ter minha Pequena em meu coração continua sendo uma bênção. E falar disso, repetidamente, é expressar o que, também repetidamente, se processa no interior de meu coraçãozinho feliz por tê-la comigo.

 

Obs.: nossa ausência não se deve à crises entre nós dois. Fiquem despreocupados!

   

13Houve um tempo em que eu queria saber como retirar da cabeça o que não saía do coração. Hoje você considera meu coração uma morada. E não faz menção de sair. E eu a recebi, aqui dentro, antes mesmo de entendê-la. E hoje, há em mim, um pedacinho vital de você dentro de mim.

 O nosso abraço, continua sendo como escrevi um dia, traduzindo o momento em que ele acontece entre nós: o encontro entre duas almas em comunhão de sentimentos, que, em dado momento, podem se tocar. E durante esses encontros, as veia e artéria em meu coração continuam batizadas com seu nome e sobrenome. Nosso abraço ainda desata nós, serve de colo e ameniza as angústias, e desperta a lágrima da alegria acalmando o coração.

 O mundo onde habitamos somente você, Koly, e eu, é tão nosso, e, a cada dia foi se iluminando, se formando, árvores e flores crescendo enfeitando as vistas sob nossos olhares, o sol aquecendo os invernos ante as adversidades que nos chegavam, chuvas refrescando humores dissonantes, pássaros cantavam nossas canções e sempre lembravam o quanto ainda podia haver de poesia entre dois amantes.

 E nesse mundo que criamos, continuo querendo seu corpo como minha melhor rota, ser teu porto e teu descanso. E quanta falta, quanta falta, Pequena você faz quando temos de deixar este nosso mundo para voltar àquele que já habitávamos antes de nos encontrar. E durante esse tempo, ainda maior do que o que passamos em nosso mundo juntos, incontáveis de meus pensamentos têm seu nome. E para você? Ainda continua tendo a sensação de que sua cama de solteiro é enóóórme quando não estou aí?

 Em dados momentos, existe, entre nós um silêncio, onde há partilha de ternura e as palavras calam sem nos faltar, porém entendimento, pois é este silêncio, muitas vezes, a melhor maneira de falarmos por nós dois. Porque há paz no seu sorriso e no calor de suas mãos.

 Não há mais conflito do que eu posso com o que eu quero. Só ainda não posso tê-la como quero, pelo tempo que quero, te dizer bom dia todos os dias e boa noite todas as noites, olhando para você, sentindo seu cheiro e seu calor. Você é recíproca à idéia. A essa experiência dou o nome de bênção.

 Continuo seguro de cada palavra dita, de cada frase escrita, do sentimento em cada beijo e em cada abraço em cada sono. E a ironia continua quando, de tão seguro que estou de tudo isso, preciso mesmo de muitos abraços.

 Sei, Pequena, que nessa divina ópera onde todos os sons emitem a doçura do amor e juntos estão as lembranças e vontades de você, quando não estamos perto sinto saudades de ver brilharem as estrelas no céu de seus carinhos, e sei também que da saudade de dois lindos olhos, um lindo sorriso, calorosos e ternos braços e uma alma cativante se faz um mundo inteiro em minhas lembranças.

 Guardo abraços para você, pois que estes são os toques que supera algumas incertezas de um mundo, num sentimento que nem precisa ser explicado, em recíproca que nem precisa de público maior que eu e você! Estes abraços guardados se amontoam em meu coração. São seus. Somente!

 Ainda haverei de encontrar melhor maneira para agradecer tudo o que você traz para meu colo, quando nele se aconchega. Que jamais lhe faltem, Pequena, aquelas pequeninas grandes coisas que dão cor às faces de seu mundo, que ajudam a colorir, sobremaneira, o mundo onde temos habitado você e eu.

 Com você, cada minuto parece voar, e corre em silêncio com minhas vontades. A excitação, por vezes louca, por vezes calmas, mas sempre de contato entre corpos e almas, num deslumbrante e terno querer-ver-te-de-novo-e-sempre. O sôfrego e desejado esmagar de lábios sequiosos. Sim cada minuto voa, mesmo em silêncio, e os corações batem ligeiros, mas não descompassados, embora sejam perceptíveis as respirações ofegantes.

 Continuo a querer garimpar tesouros guardados nos terrenos de nossos sonhares, pelos caminhos de nosso mundo particular, mergulhados na doçura da (re)descobertas de nós mesmos).

 Em nosso mundo, quero, a cada dia, deitar teu corpo cansado do cotidiano, e ter um regaço enfeitado de girassóis para pousar tua cabeça e receber o teu cansaço e aliviar suas dores. E quando fechar os olhos, que diga, como uma prece, a doce frase de boa noite, para que eu, ao seu lado, possa então, ouvindo seu sono, adormecer em paz.

 Quero estar contigo sempre, com a ternura mansa da esperança de quem já amadureceu o bastante e aprende a esperar pelo tempo, mas com a ansiedade de quem espera alguém querido chegar depois de um hiato de tempo.

 Há uma parte de meu coração em que não sou mais dono, pois não tenho maios a capacidade de te negar, e tua presença tornou-se oferenda que não tenho intenção de perder, porque você é preciosa, jóia fulgurante.

   Quero brindar à vida e a esse tempo juntos- e a felicidade contida nele!
Quero brindar o verbo amar, que, se não me engano, você tem me ensinado a conjugar!

Escrito por Ivan da Luz às 19:47
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